Governador Carlos Brandão e deputada Iracema Vale manifestam pesar pela morte de Péricles Rocha | Maranhão Hoje – MARANHÃO Hoje- Notícias, Esportes, Jogos ao vivo e mais


Artista plástico morreu aos 76 anos

A morte do artista plástico Péricles Rocha repercutiu, além do meio artístico, no seio da classe política. O governador Carlos Brandão e a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, manifestaram pesar pela perda de um dos maiores nomes da cultura maranhense.

Péricles morreu aos 76 anos na madrugada desta quinta-feira (08), no Hospital São Domingos, onde estava internado após sofrer complicações decorrentes da diabetes. Seu corpo foi cremado na Pax União.

Recebo com tristeza a notícia do falecimento do artista plástico Pericles Rocha. Com trabalho reconhecido nacionalmente, o maranhense deixa um grande legado na arte do nosso país. Minha solidariedade à família e aos amigos. https://t.co/sKLQtRE9hj

— Carlos Brandão 🇧🇷 (@carlosbrandaoma) June 8, 2023

Péricles Rocha nasceu em Codó, interior do Maranhão, em 1946, mas passou a infância e adolescência em Benedito Leite,  no sul do estado.

Saiba mais sobre o artista 

Nota de Pesar – Artista plástico Péricles Rocha

A Assembleia Legislativa do Maranhão lamenta o falecimento do artista plástico Péricles Rocha, aos 76 anos, ocorrido nesta quinta-feira (8), em São Luís. Ele era natural de Codó e um dos maiores talentos do gênero no Maranhão.

Neste momento de dor, a Assembleia Legislativa estende sua solidariedade à família enlutada, rogando a Deus o conforto necessário para superar a dor da perda do ente querido.

Exposição –Em outubro de 2022, Péricles Rocha realizou sua última exposição, “Meus Caminhos”,  na Casa do Maranhão, no Centro Histórico de São Luís.

Composta por 30 telas, a exposição é resultado de um trabalho que segundo o artista “busca reunir um pouco e suas andanças entre Benedito Leite, Alcântara, Codó e São Luís”. Um trabalho de respeito à natureza, que, segundo ele, maturou-se dentro de uma técnica muito pessoal de produção de sua própria tinta, retiradas de raízes, sementes e folhas de mangue, referências maiores das matrizes culturais indígenas e principalmente africana, que tanto o afetam e o faz criar suas inigualáveis obras de arte, ditas por eles como sendo “desenhos bem pintados em lona de caminhão por durarem um longo tempo”,  retratando respectivamente sua primeira referência nas artes, a escultura e a preocupação com a preservação do meio ambiente.

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